Sherlock Holmes não foi o primeiro detetive na história da literatura policial e de mistério a aplicar métodos para resolver seus crimes, mas Arthur Conan Doyle se destacou pela inventividade. Da leitura de "Um Estudo em Vermelho", o primeiro livro, é posível observar que, além das referências a personagens de ficção famosos na literatura de sua época (dos quais escarnece) e de algumas técnicas que viriam a ser exaustivamente utilizadas por outros autores, como "quebrar" a história para entrar com uma ramificação narrativa que se "encontra" com a primeira (como fez Sidney Sheldon em "O Plano Perfeito), destaco uma fala de Sherlock Holmes ao detetive Gregson, colega e concorrente do famoso detetive Lestrade: "Dê uma lida na história, não deixe de fazê-lo. Nunca há nada de novo sob o Sol. Tudo já foi feito antes".
É certo que a humorada frase de Chacrinha, "Na televisão nada se cria, tudo se copia", pode ser um certo exagero, mas, vindo de alguém como Conan Doyle, é preciso repensar algumas coisas, quando a intenção é criar algo novo. Aliás, o próprio criador do famoso detetive chegou a "matá-lo" para se dedicar a romances históricos, o que nos dá uma grande "dica" para elaborar personagens com carisma intelectual: conhecer muito bem de história!
É certo que a humorada frase de Chacrinha, "Na televisão nada se cria, tudo se copia", pode ser um certo exagero, mas, vindo de alguém como Conan Doyle, é preciso repensar algumas coisas, quando a intenção é criar algo novo. Aliás, o próprio criador do famoso detetive chegou a "matá-lo" para se dedicar a romances históricos, o que nos dá uma grande "dica" para elaborar personagens com carisma intelectual: conhecer muito bem de história!
* FONTE DA IMAGEM: The Baker Street Blog (http://www.bakerstreetblog.com)

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