quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Juro, eu não sei fazer contas, operações matemáticas...


 ... não do jeito que me foi ensinado na escola.
Eu confesso, quando tenho que fazer alguma "conta de somar", do tipo 8 + 16, eu faço do 16 um 14, completo o oito e "fecho" uma dezena, para facilitar.
Quando eu estava na escola, minhas contas de multiplicar tinham uma conformação, no papel, diferente do normal: aqueles numerozinhos que "vão" (do tipo "vai um", "vai três", etc.) ficavam "escalonados" quando eu precisava "tirar a prova real". Assim eu os "descia" apenas por verificação visual.
Difícil de entender? Que seja, não recomendo esse "meu método" para ninguém. 
Fiquei ligeiramente consolado quando, na "extinta" revista SUPERINTERESSANTE (não é o que já foi, um dia, essa publicação), um professor relatou, em sua matéria, que certa professora repreendeu uma aluna porque ela estava usando soma na operação de divisão, para calcular o "resto".
Na minha visão, muitos alunos, isto é, crianças, possuem dificuldade para aprender porque procuram "fazer encontrar" a solução proposta com sua própria concepção. E, às vezes, por serem rebeldes, se recusam a aceitar o método "imposto" (pelo menos, durante algum tempo; alguns com menor autoestima "desistem", de certa forma, e isso é muito ruim). Educar, etimologicamente, na opinião de alguns especialistas, é "trazer para fora". Para outros, é moldar. Particularmente, acho que são as duas coisas, alternadamente.
Postei o vídeo acima porque os educadores, o casal Toffler, mostram que o sistema indiano de ensino procura incentivar a criatividade "multiplicando" a tabuada (o que, é claro, eles discordam).
*FONTE DA IMAGEM: YouTube - Alvin Toffler on Education

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